O início do fim de semana deve ser marcado por mudanças no tempo em Santa Catarina. Diferente do sol que esteve presente em todo o Estado ao longo da semana, temporais devem chegar às cidades catarinenses já na tarde desta sexta-feira (31). A Defesa Civil emitiu um aviso sobre a ocorrência de tempestade e vento forte principalmente nas regiões Oeste e Sul de Santa Catarina, sobretudo nas cidades mais próximas ao estado gaúcho.

A tempestade deve ser resultado do encontro de uma massa de ar quente, que esteve em Santa Catarina durante a semana, com um nova frente fria, de acordo com a Epagri/Ciram.

Granizo e ventania

A previsão, segundo a Epagri/ Ciram, é de raios, vento forte com rajadas acima de 60 km/h, e granizo isolado para a tarde e noite desta sexta.

Para o sábado (1) e domingo (2) há previsão de chuva em grande volume, de moderada a forte, para as regiões Oeste, Meio-Oeste, Planalto Sul e Litoral Sul.

Leia a previsão do tempo para esta sexta: Tarde quente em SC antecede chuva

Em 48 horas deve chover uma média de 100 milímetros no Sul do Estado e cerca de 50 a 70 milímetros nas demais regiões. No Norte de SC, a chuva deverá ser mais moderada, explica a Epagri/Ciram.

Saiba como agir em casos de tempestade ou inundação

Em casos de tempestade, é recomendado que se proteja em locais abrigados, longe de placas, árvores, postes e objetos que possam ser projetados pelo vento.

A Defesa Civil sugere que os aparelhos eletrônicos sejam desligados, que não se use telefone e que se mantenha longe das janelas. Além disso, ressalta que o local mais indicado para permanecer durante uma tempestade é o banheiro de alvenaria.

Se não for possível ser abrigar, o indicado é que se agache, mantendo os pés unidos e a cabeça encostada no peito ou entre os joelhos. Também é recomendável cobrir as orelhas com as mãos ou mantê-las apoiadas nos joelhos.

Quem estiver na praia no momento do temporal deve sair imediatamente da água e não deve olhar para o raio.

Já em casos de inundações, deve-se evitar entrar em contato com a água, assim como circular em pontilhões e pontes submersas. Também é preciso ter atenção às crianças, sobretudo em regiões próximas a rios e ribeirões.