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A Leone di Venezia, da Serra Catarinense, conquistou duas Medalhas de Ouro no Mondial des Vins Extrêmes 2026, concurso internacional promovido pelo CERVIM, na Itália, dedicado aos vinhos produzidos em condições consideradas extremas.

Os rótulos premiados foram o Sangiovese 2023 e o Mastino Montepulciano 2022, que receberam Medalha de Ouro e reforçam a presença dos vinhos produzidos na Serra Catarinense no cenário internacional.

A edição de 2026 do concurso reuniu 1.175 vinhos, de 432 vinícolas de 22 países, avaliados por 55 jurados internacionais.

O Mondial des Vins Extrêmes tem como característica valorizar vinhos provenientes de regiões onde a produção enfrenta condições particulares, incluindo áreas de altitude e terrenos que exigem técnicas específicas de cultivo.

Para a Leone di Venezia, as duas medalhas representam mais do que o reconhecimento dos rótulos. A conquista também evidencia características do território, da altitude e do trabalho desenvolvido ao longo de cada safra.

A vinícola destaca que o resultado é fruto do cuidado dedicado à produção e do trabalho das pessoas que fazem parte de sua trajetória.

Serra Catarinense ganha destaque internacional

A premiação também contribui para ampliar a visibilidade da vitivinicultura de altitude da Serra Catarinense, que vem conquistando reconhecimento por meio de diferentes vinícolas e rótulos premiados em competições nacionais e internacionais.

Com os resultados, o Sangiovese 2023 e o Mastino Montepulciano 2022 passam a carregar a Medalha de Ouro de uma das competições internacionais voltadas especificamente aos vinhos produzidos em condições extremas.

A conquista reforça a identidade defendida pela Leone di Venezia em sua produção: “Do extremo nascem grandes vinhos.”