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NOTISERRA SC, SÃO JOAQUIM
03/01/2026 12h09 ⟳ Atualizada em 03/01/2026 às 12h12

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, foi preso neste sábado durante uma operação internacional que teve participação direta dos Estados Unidos. A informação foi confirmada por autoridades norte-americanas e repercutiu imediatamente em todo o mundo.

De acordo com o governo dos EUA, Maduro foi capturado em território venezuelano e retirado do país horas após uma série de ações militares classificadas como “cirúrgicas”. A operação teria como objetivo cumprir mandados judiciais já existentes contra o líder venezuelano, acusado de envolvimento com narcotráfico e organizações criminosas internacionais.

A prisão provocou reações imediatas no cenário internacional. O presidente da Argentina, Javier Milei, comemorou o ocorrido, afirmando que a ação representa um avanço da liberdade na América Latina. Em contrapartida, países aliados de Caracas, como Rússia e Cuba, condenaram a operação e classificaram o episódio como violação da soberania venezuelana.

No Brasil, o governo federal divulgou nota oficial demonstrando preocupação com a escalada do conflito e afirmou que a ação ultrapassa limites aceitáveis no direito internacional. O Itamaraty defendeu que a crise seja debatida em instâncias multilaterais, como a Organização das Nações Unidas.

Autoridades norte-americanas informaram que Maduro deverá responder judicialmente nos Estados Unidos, mas não detalharam quando ocorrerá a apresentação formal à Justiça. Enquanto isso, a Venezuela vive um clima de incerteza política, com impacto direto na população e no funcionamento das instituições.

O episódio marca um dos momentos mais graves da crise venezuelana e pode redefinir o cenário político da América do Sul nos próximos meses.

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